
Troca de Restaurações
Resina Composta X Amálgama

A troca de uma restauração metálica por uma estética ou, como dizem os pacientes, "por uma branca", pode se dar por motivos como: problemas que envolvem a saúde do dente, como uma fratura da restauração pré-existente ou mesmo por recidiva de cárie (há cárie em baixo da restauração). Às vezes também apenas porque o paciente que deixar um sorriso todo "branquinho".

Caso de estética em Resina Composta para fechamento de diastemas com clareamento apenas na arcada superior

Fratura de dentes restaurados em Resina Composta
Existe muita discussão sobre o poder tóxico do mercúrio nas restaurações de amálgama. Provou-se que o aumento dos níveis de mercúrio no sangue e na urina pode estar associado à presença dessas restaurações, embora nenhum trabalho tenha conseguido relacionar o desenvolvimento de doenças sistêmicas causadas por mercúrio em pacientes com as restaurações de amálgama.
Não necessariamente. Quando é feita a troca de uma restauração de amálgama por uma de resina composta em que não há recidiva de cárie, a cavidade obtida após a retirada do material antigo já é compatível com o novo material restaurador. Já, quando há cárie em baixo da restauração antiga, é retirada a restauração e mais a cárie. Conseqüentemente teremos uma cavidade maior
Existem, na boca de pacientes, restaurações de amálgama, em bom estado e com desempenho funcional perfeito há mais de vinte anos, assim como existem restaurações em mau estado feitas há pouco tempo. As técnicas restauradoras estéticas atuais são relativamente novas se comparadas com a do amálgama. Antigamente até se dizia que o amálgama era mais resistente. Porém hoje em dia, já temos resinas de ótima qualidade. A durabilidade de uma restauração depende de uma série de fatores, alguns diretamente relacionados com o cirurgião-dentista e outros, com o paciente. Já se tem acompanhado pacientes e observado resultados excelentes em restaurações estéticas.
O amálgama libera, ao longo do tempo, produtos que podem manchar o esmalte dental deixando-o acinzentado. Nesses casos, a troca melhora muito o problema estético sem, contudo, resolvê-lo completamente, pois seria necessária a retirada completa desse esmalte
manchado para se conseguir uma perfeita solução estética.
A manutenção das restaurações estéticas está inserida no contexto de manutenção da saúde bucal do paciente. O controle da higiene bucal, as profilaxias periódicas, como também as reavaliações clínicas do estado das restaurações prolongam a vida útil desses trabalhos. Pequenos reparos de possíveis falhas como manchamento superficial e pequenas fraturas podem ser realizadas com facilidade pela mesma técnica adesiva usada na confecção das restaurações estéticas.
Para se fazer uma restauração de resina é usada uma técnica adesiva. Por isso, podemos tirar apenas o ponto de cárie a resina ficará. Já a de amalgama, não. Temos que fazer uma cavidade especial (retentiva) para que a restauração possa ficar. E geralmente isso compromete um pouco mais de dente.
Algumas restaurações de resina dão sensibilidade ( com água fria por exemplo) após realizadas; por algum tempo, Com o passar dos dias, a tendência é ir passando essa sensibilidade. Isso ainda é um problema que temos das resinas e que se tem estudado muito para tentar resolvê-lo
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